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	<title>Jefferson Mendes &#8211; Quilombo Ciência</title>
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	<description>Aprendizagem de ciência, tecnologia e filosofia através de projetos comunitários em pequenos grupos.</description>
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	<title>Jefferson Mendes &#8211; Quilombo Ciência</title>
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		<title>Eu vou cantar hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 15:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu vou cantar, só que eu vou cantar hoje. Vou cantar hoje a canção mais antiga que eu conheço, que fala da saudade de um lampião de gás que se apagou. Essa eu vou cantar hoje. Eu vou cantar hoje desde manhãzinha a ave-maria que eu prometi no seu casamento, porque ao meio-dia a nossa [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Para Carl Sagan.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conjuminando filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[AprendizagemEmancipadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá, Carl. Te escrevo no final de uma tarde calma, em meio a um inverno frio. Frio para os padrões aqui do Brasil, você sabe, em um dia cujo clima ameno com certeza te agradaria. Um raio forte de sol entra pela porta do escritório, é refletido contra a parede azul clara e se espalha [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Como uma forma de todas as cores que se move e sente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 21:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesias e contos]]></category>
		<category><![CDATA[CosmogoniaAfrobrasileira]]></category>
		<category><![CDATA[EscritaExperimental]]></category>
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		<category><![CDATA[NarrativasMíticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Onde nós nos movíamos tudo era muito claro e silencioso, e só o que nós sentíamos, ainda que não ouvíssemos e nem víssemos nada, era que tudo tinha cheiro e gosto, e que tudo também se movia. Sentíamos uma onda misturada, principalmente de curiosidade e medo. Tudo era muito branco, não como paredes brancas, mas [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Quando começou a História toda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 21:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesias e contos]]></category>
		<category><![CDATA[ContosContemporâneos]]></category>
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		<category><![CDATA[LiteraturaFilosófica]]></category>
		<category><![CDATA[LiteraturaLatina]]></category>
		<category><![CDATA[RealismoMágico]]></category>
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					<description><![CDATA[A História começou em uma quinta-feira. E começou assim, com H mesmo, sem modéstia. Mas ninguém percebeu na hora. Agora, dois dias depois então era que quase ninguém mesmo estava prestando atenção, agora que era notícia velha, se a História tinha começado mesmo era possível que isso nem fosse notado, ao menos não ainda, não [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>A música escrita na rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 21:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesias e contos]]></category>
		<category><![CDATA[CosmopoesiaContemporânea]]></category>
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		<category><![CDATA[FicçãoCientífica]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um instante do movimento, as milhares de civilizações sábias de Laniakea cantaram e dançaram por aquelas que haviam se calado muito cedo, sem nunca ter aprendido a ouvir às vozes antigas e nem à sua própria voz, e sem saber que eram parte de uma mesma longa sinfonia. Sabiam que uma voz não cantava [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>O Pilão na terra: Sustança, crescimento e vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 21:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conjuminando filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaInterior]]></category>
		<category><![CDATA[EscritaAutobiográfica]]></category>
		<category><![CDATA[FilosofiaPopular]]></category>
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		<category><![CDATA[MemóriaAfetiva]]></category>
		<category><![CDATA[SaberesAncestrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste texto eu me apresento, conto a história de uma velhinha muito importante para mim e apresento o Pilão de Ideias, o blog do Quilombo Ciência. Conversas para se pôr farinha. Minha bisavó materna usava muitas expressões para falar com a gente que eram dos seus próprios lugares e do seu próprio tempo, e que [&#8230;]]]></description>
		
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